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terça-feira, 17 de setembro de 2013

REVISÃO DO ENEM


              No dia 14/09/2013 foi realizada a primeira REVISÃO DO ENEM no Colégio Estadual Leonardo da Vinci. Foram abordados temas ligados a Ecologia como CADEIA E TEIA ALIMENTA, RELAÇÕES ECOLÓGICAS e também foi transposto a TERMINOLOGIA DOS CONCEITOS. Essa atividade foi ministrada pelas pibidianas Fernanda e Bruna com auxilio do professor Ademar.

                     A revisão do dia 14 estará DISPONÍVEL em breve, caso você aluno queira saber mais e queira passar no ENEM OU EM OUTRO VESTIBULAR com uma boa nota não deixe de olhar o nosso trabalho, estamos torcendo por você e queremos o seu sucesso, mas para isso ............... ESTUDE.

Pibidiana Fernanda transpondo seu conhecimento.
Alunos concentrados na revisão.

segunda-feira, 16 de setembro de 2013

Muito além das Florestas

Outros nichos de biodiversidade na Amazônia.
        
       A densa floresta tropical que cobre a região amazônica abriga uma diversidade biológica extraordinária, e a proteção dessa riqueza natural é um tema comum nos dias atuais. O que é pouco conhecido do público geral, porém é que existem ambientes não florestais na Amazônia com plantas e animais próprios.Essas áreas  de vegetação aberta também são ameaçadas por atividades humanas, pesquisas recentes revelam suas peculiaridades e sua grande importância ecológica.
    É, no imaginário popular, um imenso espaço geográfico tomado por rios e florestas a perder de vista,habitado por inúmeros povos indígenas e que abriga grande diversidade de animais e plantas. De fato, além de ser a mais extensa floresta tropical do mundo, ela hospeda imensa diversidade biológica e cultural. No entanto, a visão da Amazônia como um imenso tapete de floresta homogênea é limitada, já que as paisagens da região, além de diferentes tipos de florestas, incluem ainda áreas de vegetação aberta, ou seja, não florestais. Entre as variadas florestas da região estão, por exemplo, as florestas de várzea, as de terra firme e as campinaranas. Dentro desse bioma, porém, existem vários tipos de vegetações abertas, que ocupam uma área total menor, em comparação com a das extensas florestas, e apresentam menor diversidade de espécies. No entanto, essas formações têm características ecológicas muito distintas e abrigam um conjunto de plantas e animais bastante peculiar. Essa outra face da Amazônia, pouco conhecida, vem despertando cada vez mais interesse.
Quer ler mais sobre o assunto?

Acesse:





domingo, 15 de setembro de 2013

Trabalhando higiene e sistema digestório através de filmes

Recomendamos um filme muito divertido para trabalhar HIGIENE e SISTEMA DIGESTÓRIO com os alunos do Ensino Fundamental e Médio. Osmose Jones (título original: Osmosis Jones) é um longa-metragem do ano de 2001, dirigido por Bobby Farrely e com participação de Bill Murray, Chris Elliot e Chris Rock.

No filme, que intercala cenas de filmagem com atores e animação, Frank (interpretado por Bill Murray) é zelador de um zoológico, e um pai viúvo com sérios problemas de higiene e auto-estima. Ao comer um ovo caído no chão, ele ingere muitas bactérias, além disso um vírus letal chamado Thrax, que pretende matá-lo em poucas horas. Enquanto Frank desenvolve a doença, dentro do seu organismo (mostrado como uma cidade em animações, com seus habitantes) um policial (um glóbulo branco) chamado Osmose Jones e seu parceiro Drix (uma cápsula antigripal) procuram combatê-lo.

Clique para ampliar
Filme Osmose Jones

Reutilização é a palavra!

Quer realizar uma aula diferenciada com seus alunos? Que tal reutilizar jornais velhos para produzir um novo objeto útil e sofisticado? Assim eles estarão preservando o meio ambiente onde vivem, diminuindo os resíduos! Junte todo o material necessário e mãos à obra. Assista o vídeo abaixo e veja como é fácil fazer.




Atividades do PIBID

Aconteceu nesta quarta, 11, o III SEI - Seminário de Extensão e Inovação na UTFPR do Câmpus Dois Vizinhos onde os pibidianos dos CEDV e CELV tiveram a oportunidade de mostrar seus trabalhos realizados nos colégios através da exposição de banners. 
Nas fotos abaixo, alguns dos pibidianos que estavam presentes com seus respectivos banners:

Foto: Que orgulho! Foto: Que orgulho!
 

Foto: O Primeiro de muitos, com certeza a dedicação e o esforço valeram apena. Parabéns para nós.



Eles continuam entre nós!

Achados recentes mostram que a relação entre dinossauros e aves é bem mais estreita do que se pensava. A ponto de podermos afirmar: eles continuam vivos!

Os tiranossauros, velociraptors, alossauros e cia. estão por aí. A diferença é que agora eles atendem por nomes menos glamourosos - pintassilgo, tico-tico, galinha caipira, pato, pombo... Das quase 10 mil espécies de aves que existem, todas são descendentes diretas dos dinossauros. O parentesco entre os dois é um fato bem conhecido da biologia. A diferença é que, agora, começam a surgir evidências de que a relação entre os penosos e os escamosos é bem mais estreita. A começar pelas penas. Em julho deste ano, por exemplo, paleontólogos alemães encontraram um indício de que boa parte dos dinossauros, como alguns que você vê nessas e nas próximas páginas, tinha penas. E bico. Conheça agora as características que as aves herdaram de seus avós, as criaturas mais fascinantes que já pisaram sobre a Terra.
Pescoço em "S"

Uma diferença marcante entre dinossauros e crocodilos, por exemplo, é que só os primeiros têm pescoço em forma de "S" - justamente uma característica das aves. Ela provavelmente evoluiu nos primeiros dinossauros como uma adaptação para ampliar o campo de visão (igual o bipedismo - seja nos dinos, seja nos homens). E o resultado foi o pescoço esguio. Os cisnes agradecem.
Instinto maternal

Tartarugas são péssimas mães. Botam os ovos e tchau: a filhotada que se cuide depois. Até pouco tempo atrás o consenso era que os dinossauros também se comportavam desta maneira, digamos, reptiliana. Mas não. Hoje sabemos que vários deles faziam como os pássaros: eram pais exemplares, que construíam ninhos e cuidavam dos filhotes. É o caso deste dino-ave aqui ao lado, o citipati, cujo fóssil mostra o bicho chocando ovos.
Bico
Nós usamos as mãos para cavar. Então desenvolvemos unhas (com os cachorros aconteceu a mesma coisa). Outros usam a boca para cavar, então desenvolveram unhas. Na cara. O bico é um par de unhas facial. Essa proteção evoluiu em alguns dinossauros, e desse grupo passou para todas as aves. Um dos dinos bicudos era o Citipati, na página ao lado. Mas alguns pesquisadores acreditam que até grandes carnívoros, como o tiranossauro, tivessem alguma espécie de bico, ainda que dentado, como o do nosso amigo aqui embaixo.
Pés de passarinho
Responda em um segundo, valendo um milhão de reais: os pés de um dinossauro pareciam mais com: a) os de um crocodilo; b) os de um periquito. Pois é: a certa é a alternativa B. O grupo de dinossauros que deu origem às aves, os terópodes (dos quais faz parte o glorioso tiranossauro), já tinha pés de passarinho, com três dedos para frente e um para trás - dedo extra que os pombos usam para se empoleirar nos fios elétricos.

Ossos pneumáticos

Os terópodes, ramo dos dinossauros mais próximos das aves, e que inclui o tiranossauro, têm ossos pneumáticos, ou seja, com câmaras internas cheias de ar, como as aves modernas (e pneus!). É uma característica essencial para o voo. Mas claro: tiranossauros não voavam - os ossos pneumáticos deixavam o gigante mais leve e ágil.
"Osso da sorte"

Cada um pega de um lado do ossinho. E quem ficar com o pedaço maior ganha. É o "osso da sorte" - brinquedo que as galinhas forneciam para as crianças na era pré-videogame. Ele é formado pela fusão das duas clavículas e ajuda na sustentação dos ossos do tórax durante o voo. Mas também era encontrado em vários dinossauros, como o aerosteon aqui.
Archaeopteryx de Berlim, 1881
Sacos aéreos

Aves não têm sistema respiratório - têm um metrô respiratório. O ar circula por uma rede intrincada de canais ligando reservatórios de ar. São os sacos aéreos. Eles mantêm os pulmões sempre cheios, mesmo quando a ave expira. Isso confere um poder invejável de respiração - e possibilita às aves voar a altitudes rarefeitas. Mas tudo começou aqui no chão, para ajudar certos dinos a correr mais.
Punhos articulados

A articulação do punho das aves de hoje permite uma ampla movimentação das asas. Alguns dinossauros tinham essa mesma característica - caso dos maniraptores. O nome disso na biologia é "exaptação": o uso de uma estrutura antiga para uma função nova (igual aconteceu com os sacos aéreos e com as penas). Nos dinos, o punho articulado só servia para deixar as mãos mais ágeis.
Penas
Já encontraram dezenas de dinossauros penosos - a maior parte do grupo dos coelurosaurus, que inclui de tiranossauros a dinos voadores. Mas o achado mais recente, o sciurumimus, desenterrado em julho, na Alemanha, é uma exceção: pertence ao grupo dos megalosauros, um ramo bem diferente. Isso sugere que o ancestral comum entre os dois grupos podia ter penas - e mais: que todos os dinoussauros talvez tenham tido pelo menos algum tipo de penugem. A função? A mesma que os pelos têm nos mamíferos: regular a temperatura.
Um modelo do Archaeopteryx lithographica em exibição no Museu
de História Natural da Universidade de Oxford

*PARA QUEM TIVER CURIOSIDADE, ABAIXO ENCONTRA-SE A MATÉRIA QUE SAIU NA REVISTA







Fonte: http://super.abril.com.br/mundo-animal/dinos-entre-nos-721105.shtml