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terça-feira, 7 de janeiro de 2014

Cobra com Salmonela e gato com AIDS: doenças que podem atacar animais e seres humanos

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        Com cada vez mais animais de estimação, e consequentemente com o cuidado médico que recebem, aumentam as descobertas de doenças em animais, mas que são velhas para o ser humano, como pneumonia, salmonela ou tuberculose.E não são apenas os domésticos que as apresentam, - os selvagens como tigres e leões, e animais com o organismo tão diferente do nosso, como cobras também podem sofrer dos males.
        Segundo o biólogo e diretor do Museu do Butantan, Giuseppe Puorto, répteis e anfíbios tem a menor probabilidade de desenvolver as mesmas doenças que os humanos, pois possuem um organismo muito diferente. "Os répteis, por exemplo, são animais que chamamos de sangue frio, precisam de fontes externas para aquecer o corpo. Já os mamíferos têm sangue quente, conseguem manter a temperatura do corpo constante. É uma diferença brutal", explica. O biólogo também explica que se as condições de manejo de répteis e anfíbios em cativeiro não forem adequadas, doenças como pneumonia e salmonela podem aparecer com maior facilidade. O professor de doenças infecciosas em animais de doenças infecciosas em animais da Universidade Tecnológica Federal de Minas Gerais (UFMG) Marcos Bryan Heinemann lembra que os animais também sofrem com a velhice. "Os animais também ficam senis, enfraquecem, perdem a memória, se confundem iguais ao ser humano".




Mais informações em:


http://noticias.terra.com.br/educacao/infograficos/doencas-animais/





domingo, 5 de janeiro de 2014

Transplante de cabeça, será possível?


            A iniciativa de um neurocientista italiano  de publicar  na recente edição do jornal Surgical Neurology International, a afirmação de que em breve a medicina será capaz de realizar um transplante de cabeça entre seres humanos, causou polêmica na comunidade científica mundial.
            De acordo com Sergio Canavero, diretor do Grupo de Neuromodulação Avançada de Turim, na Itália, o procedimento está próximo de se tornar realidade. "O maior desafio num procedimento do gênero é a reconexão da cabeça doada à coluna cervical do receptor. Mas há de ser reconhecido o fato de que a tecnologia necessária para tal ligação já existe", afirma o médico no texto.                                 
            Reconectar uma nova cabeça a um corpo seria um procedimento trabalhoso e bastante custoso, durando 36 horas e custando cerca de US$ 13 milhões. Entre os pacientes que se beneficiariam de um transplante de cabeça estariam portadores de distrofia muscular e tetraplegia, por exemplo.

Mais informações em: 


quinta-feira, 2 de janeiro de 2014

Mexilhão dourado, o molusco destruidor!

O mexilhão dourado (Limnoperna fortunei) não é
comestível e se multiplica de forma ininterrupta.
 Biólogos brasileiros fazem vaquinha para pesquisar molusco destruidor




       Em uma iniciativa inédita no Brasil, um grupo de pesquisadores da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) lançou na internet ocrowdfunding (financiamento coletivo, em inglês) para arrecadar fundos para sequenciar o genoma do mexilhão dourado. A praga, que já se espalhou pelo Brasil, é bastante ameaçadora para o meio ambiente, entupindo tubulações de centrais de tratamento de água e turbinas hidrelétricas.                                                                    Leticia Constant




Mexilhão dourado.

Mais informações em:

quarta-feira, 11 de dezembro de 2013


O Centro Acadêmico de Biologia Rosalind Franklin convida professores, pibidianos e acadêmicos da UTFPR:



UTFPR CÂMPUS DOIS VIZINHOS

Plantas centenárias congeladas voltam à vida!

     Plantas que estavam enterradas em uma geleira há 400 anos foram cultivadas, desenvolvidas e devolvidas à natureza por pesquisadores da Universidade de Alberta, no Canadá. A descoberta aconteceu após o derretimento da Geleira Teardrop, na Ilha de Ellesmere, no Ártico Canadense. 
     As espécies cultivadas são briófitas - tipos primitivos como os musgos - que foram congeladas no período chamado de Pequena Idade do Gelo (1.550 e 1.850 d.C.). Tratam-se de plantas que pertencem às primeiras linhagens que surgiram na Terra e que se mostram muito mais resistentes do que se pensava. O que chama a atenção é que a estrutura das plantas foi muito bem preservada pela geleira, já que algumas delas deram sinais de rebrotamento.
     Também é possível que estas plantas tenham contribuído para o estabelecimento, colonização e manutenção dos ecossistemas polares. Os pesquisadores também cultivaram plantas em laboratório para ver a capacidade de crescimento. Ao todo, foram desenvolvidas 11 culturas de sete espécimes diferentes, que fazem parte de quatro grupos de classificação biológica.


                                            Plantas centenárias congeladas voltam à vida

Saiba mais em: http://noticias.seuhistory.com/plantas-centenarias-congeladas-voltam-vida#sthash.H3xGAmRq.dpuf

terça-feira, 10 de dezembro de 2013

Projeto Lixo – Mãos à obra!

Construção de lixeiras para o Colégio Estadual de Dois Vizinhos.


     O projeto “O Lixo” idealizado pela educadora Saionara Andreatta (supervisora do Pibid CEDV) está sendo desenvolvido por ela e pelos pibidianos desde o ano passado, quando o Pibid iniciou seus trabalhos.
     Na primeira parte do projeto aconteceram palestras para todas as turmas do Ensino Fundamental, que tiveram como objetivo conscientizar os alunos sobre a importância de não jogar lixo no meio ambiente e de que forma estes resíduos poderiam ser reutilizados.
     Neste segundo momento, os pibidianos estão construindo as lixeiras com reaproveitamento de 17 galões de plástico que foram doados ao Pibid pelo CEDV. Nestas últimas semanas que antecedem as férias no colégio, os galões estão sendo pintados e transformados em lindas e caprichadas lixeiras com as cores da coleta seletiva e para o próximo semestre serão apresentados aos alunos de forma a conscientizá-los para que joguem os resíduos no local adequado.
     Em breve, elas serão dispostas no pátio interno do colégio para que os alunos possam separar seus resíduos e descartá-los na lixeira correta. As cores disponíveis serão:
  • Vermelha (plástico) - 2 lixeiras
  • Azul (papel) - 2 lixeiras
  • Marrom (orgânico) - 7 lixeiras
  • Amarelo (recicláveis em geral) - 5 lixeiras
  • Laranja (Pilhas e baterias) - 1 lixeira

     Promover práticas ambientais é muito gratificante para nós enquanto acadêmicos de um curso como o de Biologia que visa a preservação da natureza e dos seres vivos. A construção de lixeiras com materiais reutilizados é muito importante, pois evita que materiais como galões de plástico contaminem o nosso meio ambiente.

Algumas das pibidianas pintando as lixeiras
que serão dispostas no pátio do CEDV.

Pibidianas finalizando a pintura das lixeiras.

Aguardem, em breve fotos das lixeiras finalizadas!!!